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Havana: Roteiro de 4 dias. O que fazer?

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Havana

Havana: Roteiro de 4 dias. O que fazer?

Onde ficar?

Ficamos no Guesthouse San Lazaro 115, pertinho do El Malecon. Hotel simples, mas bem limpo e confortável, além do atendimento ser muito bom. Nos atendeu muito bem e os funcionários foram muitos atenciosos. Nada de luxo, muito pelo contrário, mas escolher hotel não só em Havana, mas em Cuba é bem difícil. Os mais novos/luxuosos são bem caros, e muitos dos mais em conta são bem velhos.

Abaixo segue algumas opções de hotéis em Havana, ou visite o site do Booking.com para conhecer todas as opções.

Dicas de Havana

  • Você precisa do Certificado Internacional da Vacina de Febre Amarela para entrar em Cuba.
  • O visto é obrigatório para entrar em Cuba; mas pelo menos quando fomos (2019), você podia comprar o visto no aeroporto na hora do check-in; confira antes de ir.
  • Cuba foi muito longe de ser uma viagem barata, principalmente se você for para Varadero, onde as diárias dos resortes são bem caras. Pesquise bem tudo antes de fechar hotéis, excursões, translados, etc.
  • Não existe free wi-fi. Você precisa comprar cartões para poder usar. Tente já levar tudo que você precisa salvo ao invés de tentar descobrir lá, pois a internet além de paga é extremamente devagar, ao ponto de você desistir de usar.
  • Cuba tem 2 moedas. Cuidado ao receber troco e ao pagar as coisas no meio da rua.
  • Negocie tudo, principalmente ao pegar transporte na rua, pois como em muitos lugares ao ver que você é turista te cobram sempre um valor maior. Muitas vezes preferimos usar nosso contato no AirBnb ao invés de negociar direto pois já tínhamos uma certa ideia dos valores. Pesquise muito na internet os valores normais para excursões/translados/rotas de táxis antes de fechar.
  • Como sempre sugerimos no blog, nunca deixe para comprar ingressos no momento, evitando assim filas e perda de tempo. O blog, em parceria com algumas empresas, disponibiliza a opção de compra antecipada de vários ingressos e excursões. Confira alguns exemplos.

Roteiro da Viagem

O que fazer em Havana?

  • Dia 1 (Almoço no El Floridita / Central Park / Paseo del Prado / Jantar no Casa Abel)
  • Dia 2 (El Capitólio / Café no Gran Cafe El Louvre / Gran Teatro de La Habana / Almoço no Habana 61 / Passeio de Carro Antigo por Havana / Museo de la Revolución / Castillo de San Salvador de la Punta / El Malecón / Jantar no 5 Esquina Tratorria)
  • Dia 3 (Excursão para Viñales)
  • Dia 4 (Almacenes San José Artisans’ Market / Plaza Vieja / Cerveja no Factoria Plaza Vieja / Basílica Menor de San Francisco de Asís / Galería Carmen Montilla / Almoço no La Imprenta / Plaza de Armas / Castillo de la Real Fuerza / Catedral de Havana / Mojito no La Bodeguita del Medio / Museu Nacional de Belas Artes de Cuba / Jantar no 214 San Ignacio Bar)

Havana (2019)

Dia 1 

Havana: Roteiro de 4 dias. O que fazer?

Chegamos e fomos direto para nosso AirBnb. Já tínhamos combinado com o nosso host um táxi por 30 CUC. O taxista nos pegou na porta do Aeroporto e nos deixou no nosso AirBnb. Como não conseguimos trocar dinheiro no Brasil, já trocamos alguns no aeroporto mesmo, até porque precisávamos de dinheiro para pagar o taxista. Geralmente trocar no aeroporto não é um bom negócio, entretanto aqui, pelo menos no nosso caso, todos os lugares que trocamos US$ por CUC nos pagaram 0,87 por dólar.

Chegamos em nosso AirBnb e a primeira impressão de Havana é um pouco assustadora. Parece que acabou de ter um terremoto que danificou a maioria das casas e prédios. Entretanto, você acaba acostumando e entendendo que isso faz parte da cidade. Sem contar que Havana é bem segura. Não tivemos problema algum, pelo contrário, fomos muito bem recebidos e tratados em todos os lugares que fomos. E olha que andamos muito pela cidade.

Deixamos nossas malas no quarto e fomos direto almoçar no famoso El Floridita. Famoso por ser um dos lugares preferido do escritor americano Ernest Hemingway (tem até uma estátua dele em um dos cantos do bar), o El Floridita é famoso por seu
Daiquiri. O clássico, servido aqui, é feito com rum branco, licor marrasquino, açúcar, suco de limão e gelo moído. Lotado de turistas, as mesas vivem lotadas e não tem lista de espera, ou seja, você tem de ter paciência e rapidez para pegar uma mesa quando alguém se levantar. No nosso caso demorou em torno de 20 minutos até conseguir uma mesa, mesmo assim porque pedimos para sentar junto com alguns turistas japoneses que estavam terminando. Quando chegamos também tinha música ao vivo. Pedimos o famoso Daiquiri (6.00 CUC), que é bem gostoso. Pedimos também uma porção de croquetes (8.00 CUC) e os famosos sanduíches cubanos, que vinham com presunto, queijo, lombo, manteiga e mostarda (8.50 CUC). O croquete estava bem ruim, mas os sanduíches estavam gostosos, apesar de um pouco seco. Vá pelo Daiquiri e pela experiência, mas não pela comida, que em relação a muitos lugares em Cuba é cara e não tão boa.

Saímos do restaurante e fomos dar um passeio pelo Parque Central, a dois quarteirões do El Floridita. Uma das principais praças de Havana, o Parque Central é rodeado por alguns dos mais importantes e imponentes prédios da capital, como por exemplo Gran Teatro e alguns dos principais hotéis da cidade. Além da estátua de José Martí no centro e dezenas de bancos para relaxar, o Parque Central é o principal ponto de partida das excursões de carros antigos.

Levamos o Enzo para brincar um pouco no Paseo del Prado até dar a hora do jantar, pois haviam dezenas de crianças cubanas brincando por lá. Não tínhamos planejamos mais nada no dia pois sabíamos que o Enzo estaria cansado da viagem. O Paseo del Prado é um boulevard cheio de árvores que vai do Parque Central até quase o El Malecón. Apesar de ser um ponto turístico, vive lotado de Cubanos. Foi um dos lugares preferidos do Enzo na viagem, já que ele se enturmou com algumas crianças que estavam lá e ficou brincando com elas durante um bom tempo.

Jantamos no restaurante Casa Abel, que também é um Cigar Bar. Esse foi o melhor restaurante que estivemos em Havana. Comida sensacional. Começamos por umas bananinhas fatiadas bem finas e fritas (2.00 CUC). A melhor que comemos em Cuba, e com certeza você vai comer várias dessas durante sua estádia. Para os pratos principais pedimos o Shredded Beef with Creole Sauce (10.00 CUC) e o Casa Abel Chicken (10.00 CUC) que estava sensacional.

Dia 2

Havana: Roteiro de 4 dias. O que fazer?

Nossa primeira parada do dia foi no Capitólio, bem ao lado do Parque Central. O Capitólio abrigou o governo cubano até a revolução de 1959 e é sem dúvida uma das melhores atrações de Havana, além de ser um dos prédios mais bonitos em que estivemos durante nossa viagem a Cuba. O Capitólio foi construído em 1929 e foi inspirado no Capitólio de Washington DC, nos Estados Unidos. Atualmente é a sede da Academia Cubana de Ciências e a da Biblioteca Nacional de Ciência e Tecnologia. Fizemos a visita guiada dentro do Capitólio. Ao comprar o ingresso, 10.00 CUC, você é perguntado se prefere em espanhol ou inglês. Fizemos em espanhol e a visita é imperdível. Extremamente bonito por dentro, apesar de algumas áreas estarem em reforma.

Nossa próxima parada seria o Gran Teatro de La Habana, mas como teríamos em torno de 20 minutos até a visita guiada, resolvemos tomar um café no tradicional Gran Cafe El Louvre. Péssimo atendimento e caro. Com tantos cafés em volta do Parque Central corra daqui.

O Gran Teatro de La Habana é provavelmente o prédio mais bonito de Havana, tanto por dentro como por fora. Além disso você consegue ter ótimas vistas do Parque Central e do Capitólio de dento do prédio. Assim como no Capitólio, fizemos a visita guiada (5.00 CUC). Como dito acima, o prédio por dentro é muito bonito, e está em perfeito estado de conservação, diferente de vários lugares em Havana. Caso se interesse, existem também espetáculos que você pode assistir. Não fomos a nenhum espetáculo, mas vimos na bilheteria que os preços dos ingressos variam entre 10-25 CUC, dependendo do lugar/show.

Andamos de volta ao Parque Central, pois queríamos fazer o passeio em um carro antigo. O passeio passa por lugares como a Praça da Revolução, o Capitólio, Chinatown, o Bairro Miramar, o Malecón, a Universidade de Havana, entre outros. Passeio clássico e imperdível em Havana, apesar de não ser barato. Confira o valor do passeio com nossos parceiros e veja se vale a pena: (Civitatis) (Get Your Guide).

Almoçamos no restaurante Habana 61. Delicioso, além de ótimo atendimento e preço bem em conta em comparação a alguns outros restaurantes de Havana. Pedimos o Camarones a la Criolla (9.75 CUC) e um Ropa Vieja (8.50 CUC), extremamente tradicional em Cuba. O restaurante é relativamente pequeno e vive lotado. Tivemos que esperar uns 10-15 minutos por uma mesa, mas você pode fazer reserva no site.

Saímos do restaurante e fomos para o Museo de la Revolución (8.00 CUC), bem perto do restaurante. Construído entre 1913 e 1920, o museu abrigava o antigo Palácio Presidencial de Cuba. Apesar de sem bem simples, é uma parada interessante para quem se interessa pela história de Cuba. O problema do museu é que a grande maioria dos artefatos expostos na maioria das galerias são fotos, documentos e muita informação escrita em papeis e cartolinas. Apesar de pequeno chega uma hora que você nem quer ler mais nada, a não ser que você se interesse muito pela historia da revolução de Cuba. O melhor do Museo de la Revolución, além do prédio que está situado, está do lado de fora, no Pabellón Memorial Granma. Lá se encontra aviões, veículos, replicas de foguetes e partes de um suposto avião americano derrubado durante a guerra da revolução, além de um iate enorme de 13 metros, que foi usado para transportar Fidel Castro e Che Guevara de volta a Cuba em 1956.

Ao sair do Museo de la Revolución, cruze a Plaza 13 de Marzo com sentido ao Castillo de San Salvador de la Punta. Construído
ente 1590 e 1630, essa fortaleza foi um dos pontos mais importantes da defesa cubana em tempos coloniais, junto do Castillo de los Tres Reyes del Morro e o Castillo de la Fuerza. Abriga um museu, mas não fomos.

Continue andando e você chegará em uma das pontas da avenida chamada El Malecon. Passear por essa linda avenida demostra exatamente o que disse anteriormente nesse post. Parece que acabou de acontecer um terremoto em Havana, tanta a degradação dos prédios e casas. Ótima localização e linda vista, com uma potencial turístico gigantesco, mas infelizmente o que se vê são prédios e casas caindo aos pedaços. Uma pena.

Jantamos no 5 Esquina Tratorria, perto do hotel. Ótimo restaurante italiano, considerado por muitos o melhor italiano de Havana. Começamos o jantar pelas Brusquetas Mistas (3.50 CUC), que estavam muito boas. Para prato principal pedimos a Pizza Margherita (5.50 CUC), que foi suficiente para nós três. Tudo delicioso, sem contar que foi o jantar mais em conta que tivemos em Cuba.

Dia 3

Tiramos o dia para fazer um bate-volta ao Valle de Viñales, famoso por suas fazendas de tabaco. Independente de onde fechar tome muito cuidado pois vimos alguns carros/táxis quebrados pelo caminho. Negocie antecipadamente também o que está e o que não está incluído na excursão. Confira o valor da excursão com nossos parceiros e veja se vale a pena: (Civitatis) (Get Your Guide).

Começamos nossa excursão pela Cueva del Indio. Antigamente habitada por índios e descoberta em 1920 por um fazendeiro, a Cueva del Indio vive lotada de turistas. A caverna é totalmente iluminada, sendo possível assim percorrer uns 200 metros em seu interior. Ao final dessa caminhada você pode pegar um barco (motorizado) e percorrer o Rio San Vicente por dentro da caverna (5.00 CUC). Muito legal o passeio, o Enzo adorou. A saída não é no mesmo lugar da entrada, então seu motorista te deixará em um lugar e te pegará aqui na saída.

Nossa próxima parada era em uma das várias fazendas de tabaco da região. Ao chegar já te mostram a plantação bem rápido e começam a te explicar sobre charutos, tudo com o objetivo de no final te vender os charutos. Lá também te dão a opção de alguns passeios extras (tudo cobrado a parte). Escolhemos andar em charrete pela fazenda com visitação a “plantação de café”.

Depois de andar por uns 30 minutos em uma charrete caindo aos pedaços chegamos na tal plantação, que nada mais é que uns 20 pés de cafés ao redor de um mini-bar. Te explicam por uns 5 minutos como é feita a plantação (em um outro lugar da fazenda) e já te sentam nas mesas. Começam novamente a te vender café, mel, run, bebidas, etc. As coisas são até gostosas, mas se for levar tudo que te oferecem você gasta uma fortuna.

Mais 30 minutos de volta na charrete caindo aos pedaços e fomos em direção ao Restaurante El Campesino. Restaurante bem turístico, pois muitos guias levam as excursões para almoçar lá. Comida bem típica, bem gostosa. Você paga 12.00 CUC, escolhe
qual carne quer entre algumas opções e todos os acompanhamentos são liberados, e olha que são muitos e em grande quantidade. Só de arroz vieram 3 tipos diferentes. A banana frita e o arroz com abacaxi estavam bem gostosas, assim como o frango feito na churrasqueira. A vista do restaurante também é bem legal.

Saímos e fomos para o Mural de la Prehistoria, que de pré-histórico não tem nada, somente o nome. A pintura, com uma extensão em torno de 120 metros se iniciou nos anos 60 pelo artista Leovigildo González Morillo. Não há necessidade de pagar ingresso para entrar; você pode parar no acostamento antes do portão de entrada e ver/tirar fotos de lá.

Nossa última parada em Viñales foi no El Mirador. Lindo mirante no qual se tem uma ótima vista do Valle de Viñales. Se não estiver incluído na excursão, peça seu motorista para parar aqui, pelo menos por alguns minutos; vale a pena.

Dia 4

Começamos o dia pelo Almacenes San José Artisans’ Market. Ótimo mercado para comprar lembranças e artesanatos. Apesar
de ser um mercado bem grande, a maioria das lojinhas vendem praticamente as mesmas coisas, ou seja, negocie.

Seguimos para a famosa Plaza Vieja. Localizada em Old Havana, a Plaza Vieja surgiu em 1559 e hoje é parada obrigatória para qualquer turista visitando Havana. Cercada por restaurantes e bares, lindos prédios coloniais e uma fonte bem ao seu centro, a Plaza Vieja era conhecida como Plaza Nueva. O nome mudou quando foram surgindo novas praças em Havana. Lugar perfeito para sentar e tomar um café ou beber algo. Sentamos para uma cerveja na Factoria Plaza Vieja, a primeira cerveja artesanal de Havana. Cerveja muito boa, entretanto o atendimento foi péssimo.

Continuamos com destino a Basílica Menor de San Francisco de Assis. Estava fechado quando fomos, então só deu para vê-lá por fora. Bem em frente está localizada a Galería Carmen Montilla, situada em uma linda casa. Galeria bem pequena, mas entramos mesmo foi para ver a casa.

Almoçamos no restaurante La Imprenta. Foi o melhor peixe que comemos em Cuba. Começamos pelo Ceviche (6.00 CUC), que não estava bom. De prato principal pedimos o pescado inteiro na brasa (15.00 CUC) acompanhado de macarrão e um vinagrete. O peixe estava delicioso. Além de muito gostoso, foi suficiente para nos 3. O restaurante também é muito bonito, situado em uma antiga gráfica, além de ter musica ao vivo.

Continuamos andando por Havana Vieja até a Plaza de Armas. Considerado por muitos o ponto central da cidade, a praça foi inaugurada com o nome de Plaza de la Iglesia por volta de 1500, sendo considerada a praça mais antiga de Havana. Antigamente a Plaza de Armas serviu para desfiles militares e muitas celebrações. No centro da praça senta a estátua do líder Cubano Carlos Manuel de Céspedes. Durante alguns dias da semana, vendedores de livros usados montam suas barraquinhas em volta da praça. Não chegamos a ver, mas dizem ser bem legal.

Ao redor da praça se encontram vários museus, como por exemplo o Museo de la Ciudad, dentro do Palacio de los Capitanes Generales, o Museo Nacional de Historia Natural de Cuba e o Castillo de la Real Fuerza. Decidimos ir somente no Castillo de la Real Fuerza (8.00 CUC), que além do museu, fica dentro de uma fortaleza.

Construído como uma forma de defesa contra os piratas, o Castillo foi considerado como patrimônio mundial pela UNESCO em 1982. A visita foi bem interessante, sem contar que é um dos lugares mais bem conservados em Havana. A vista lá de cima também é bem legal. Destaque também para a copia de mais ou menos 4 metros do navio la Santisima Trinidad. Outro ponto é que vai ser normal as pessoas que trabalham lá te abordarem para mais explicações e fotos, mas depois vão querer algum tipo de gorjeta. Chegaram até a nos pedir sabão, shampoo, etc.

A próxima parada foi a Plaza de la Catedral e a Catedral de Havana. Com quase 250 anos, a catedral tem o estilo barroco e também foi considerado como patrimônio mundial pela UNESCO. Sede da arquidiocese local, a entrada é gratuita.

Parada obrigatória, La Bodeguita del Medio está situado a alguns metros da Plaza de la Catedral. Famoso por ser também um dos lugares preferido do escritor americano Ernest Hemingway, La Bodeguita del Medio serve o mojito mais famoso de Cuba. O
lugar fica lotado o tempo todo. Não precisa sentar no restaurante para poder beber o famoso mojito; você pode pegar no bar e beber junto as dezenas de pessoas em pé do lado de fora. La bodeguita também é um restaurante, mas não comemos lá, fomos somente pelo mojito.

Nosso último ponto turístico em Havana foi o Museu Nacional de Belas Artes de Cuba. Museu muito bem estruturado e cuidado, nem parece que você está em Cuba. O prédio em si já é bem diferenciado do que você costuma ver em Havana. A entrada custou 5.00 CUC.

Ao sair voltamos para andar mais um pouco por Havana Vieja. Jantamos no 214 San Ignacio Bar. Excelente restaurante, com comida típica de Cuba. De entrada pedimos os croquetes da casa (3.00 CUC), que assim como todos os croquetes que comemos e Cuba não estavam bons. Para os pratos principais pedimos os Camarões ao alho (12.00 CUC), que estavam ótimos e o peixe ao estilo San Ignacio, com molho de pimentão vermelho, também muito gostoso.

 

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